O que esperar do Racing-URU, o próximo adversário do Timão na Copa Sul-Americana

E aí, Fiel! O Corinthians vai encarar o Racing-URU em Montevidéu nesta terça-feira, pela fase de grupos da Copa Sul-Americana, às 21h30 (horário de Brasília). Bora dar uma olhada no que esperar do estilo de jogo desse time comandado pelo técnico Eduardo Spinel.

Escalação provável do Racing contra o Corinthians (4-3-3)

Renzo Bacchia; Guillermo Cotugno, Hugo Magallanes, Lucas Monzón (Óscar Quiñonez) e Martín Ferreira; Lucas Rodríguez, José Varela e Erik de los Santos; Tomas Veron Lupi, Juan Rivero e Nicolas Sosa (Dylan Nandin).

Alternativa de formação (4-4-2)

Renzo Bacchia; Guillermo Cotugno, Hugo Magallanes, Lucas Monzón e Martín Ferreira (Óscar Quiñonez); Lucas Rodríguez, José Varela, Erik de los Santos e Juan Rivero; Tomas Veron Lupi e Dylan Nandin.

Estilo de jogo

O Racing-URU curte um jogo mais direto, na base do chutão e sem muita frescura. Eles apostam bastante em lançamentos longos, aproveitando as jogadas aéreas com os atacantes Nicolas Sosa e Dylan Nadin. Pelas laterais, jogadores como Juan Rivero, Tomas Veron Lupi e Agustin Alaniz podem causar danos com a velocidade.

No Campeonato Uruguaio deste ano, o Racing é o segundo time com menos posse de bola, com média de 45,2%. Só o Cerro tem menos, com 36,3%, segundo o Sofascore.

Os meio-campistas Lucas Rodriguez, José Varela e Erik de los Santos não costumam aparecer muito na construção das jogadas, já que geralmente a bola é lançada direto do goleiro e zagueiros para o ataque.

Defesa vulnerável

O Racing-URU tende a marcar em um bloco médio, com momentos de pressão na defesa adversária. Mas quando o time sobe, às vezes cede espaços no meio, deixando um buraco entre defesa e ataque que pode ser explorado.

A bola aérea é um problema

Dos 10 gols sofridos pelo Racing nesta temporada, oito foram de cruzamentos, sendo cinco de cabeça. A defesa do time uruguaio costuma falhar nesse tipo de jogada, o que pode ser aproveitado por quem tem bons cabeceadores, como o Corinthians.

Laterais contidos

Por passar pouco tempo no campo do adversário, os laterais do Racing raramente apoiam o ataque. Os laterais-esquerdos mais usados são, na verdade, zagueiros de origem. Na direita, Guillermo Cotugno apoia em momentos específicos, quando Tomas Veron Lupi abre espaço por ali.

Variedade tática

Além dos zagueiros que viram laterais, o Racing tem outros jogadores que desempenham funções variadas. O lateral Agustin Pereira pode jogar nos dois lados, os meias Urretaviscaya e Erik de los Santos se alternam pelas pontas, e o ponta Tomas Veron Lupi pode atuar mais pelo meio.

O atacante Nicolas Sosa também varia entre jogar na ponta e como centroavante.

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